Costumo dizer que se a partir de hoje nenhum novo livro fosse publicado, o tempo que me resta de vida não seria suficiente para ler todos os grandes clássicos da literatura mundial. Tendo em minha relação de não lidos alguns dos livros de Dostoiévski, Kafka, Shakespeare, Faulkner, Flaubert, Garcia Márquez, Homero, Thomas Mann e Virginia Woolf, só pra citar alguns, não dá pra perder tempo lendo Stephanie Meyer ou Dan Brown.
Meu primeiro contato com os clássicos aconteceu no começo dos anos 90, quando eu tinha uns 14 anos, através de uma coleção de histórias em quadrinhos chamada Clássicos Ilustrados. Eram edições semanais com adaptações de obras clássicas como Moby Dick, Hamlet, O Conde de Monte Cristo, Grandes Esperanças, A Ilha do Dr. Moreau, A Queda da Casa dos Usher, O Morro dos Ventos Uivantes, A Letra Escarlate, A Ilha do Tesouro e Cyrano de Bergerac (links para a versão .pdf dos quadrinhos de 1990).
Não consigo pensar numa forma melhor de despertar em crianças e adolescentes a paixão pelos grandes clássicos da literatura mundial.
Se você concorda e curte quadrinhos — principalmente adaptações de clássicos — vai gostar de saber que começou a pré-venda de “O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien, ilustrado por David Wenzel.
Abaixo, 3 páginas de “O Hobbit” ilustrado (imagens de divulgação – clique para ampliar).
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AVISO AOS LEITORES
O link da pré-venda de “O Hobbit” que aparece nesse texto é meu primeiro como integrante do Programa de Afiliados do Submarino. No entanto, a adesão a esse programa não tem como função gerar algum tipo de renda para o este blogueiro que vos fala: todo o valor arrecadado com as vendas — incluindo os valores gerados pelas compras que eu mesmo fizer — será convertido em doação de livros.
Achei que seria legal comentar.








Nesse passado remoto, mais precisamente no dia 5 de outubro de 1998, André “Cardoso” Czarnobai e mais
A história fala sobre uma epidemia de “cegueira branca”, desconhecida pela medicina, que de repente começa a afetar os moradores de uma cidade. Acreditando tratar-se de uma doença infecciosa, o governo decide colocar todos os que foram afetados em quarentena. A medida que mais e mais casos de contágio vão sendo identificados, o local de quarentena começa a ficar superlotado. Neste cenário de exclusão e confinamento, onde inrompe a violência e a barbárie, apenas uma pessoa permanece imune à doença: A mulher do oftalmologista. (mais detalhes no 















