Hoje em dia, com a Internet, informações sobre genética, inteligência artificial, viagens espaciais e física quântica estão ao alcance de todos. Será que isso torna mais difícil a tarefa de produzir livros e filmes de ficção científica? Além disso, será que livros desse gênero podem ser considerados “alta literatura”? E por que histórias desse tipo não fazem sucesso no Brasil?
Se você curte Philip K. Dick (autor de Blade Runner), Isaac Asimov (Eu, Robô) e Willian Gibson (Neuromancer), recomendo dar uma olhada no vídeo abaixo, que traz a primeira parte do programa Espaço Aberto, da Globo News, sobre literatura e ficção científica. Para ver as partes 2 e 3, dê um pulo nocanal Dois Espressos, no YouTube.
Fazendo uma pausa na sequência easy listening que têm passado por aqui, a dica pro fim de semana prolongado é ouvir “Forget the Night Ahead”, último álbum do quarteto “The Twilight Sad”, que produz um som que me lembrou muito The National(já citado por aqui) e Interpol (que qualquer dia eu indico).
Pros que chegaram aqui via pesquisa no Google e curtem post-rock, folk, indie rock, lo-fi e música alternativa em geral, recomendo uma olhada rápida nas outras dicas de download que já passaram por aqui.
Pra terminar, o clipe bacaninha de “I became a prostitute”, 2ª faixa do álbum.
Primeiro foi a “trambolhuda” Handpresso (vídeo no YouTube), que segundo relatos de proprietários é uma tremenda porcaria. Agora é a vez da Mypressi Twist, premiada na feira da Specialty Coffee Association of America (SCAA), em Atlanta, EUA, como Best New Product Cofee or Tea Serving Equipment (algo como “melhor equipamento para servir café e chá” do ano).
A idéia é basicamente a mesma: água quente, pó ou sachê no porta-filtro e uma ampola de gás com 9 bars de pressão. O resultado você vê no vídeo abaixo.
Com os vídeos produzidos pelo Marcos Guardabassi, disponíveis no canal Dois Espressos do YouTube, você vai aprender tudo isso em menos de 1h. Assim, quem sabe, seus convidados nunca mais voltarão para casa cheirando a churrasco ou precisarão comer carnes salgadas e ressecadas.
Abaixo, pra você ver como é simples, o vídeo que mostra o preparo da picanha.
Um tweet do Alessandro Martins me levou até o vídeo “The PEN Story”, produzido pela Olympus para comemorar os 50 anos da Olympus PEN.
Para baixar a musiquinha que toca no vídeo (“Down below”, de Johannes Stankowski) e ainda saber detalhes sobre a câmera, basta dar um pulo no site “The PEN Story”.
Há algumas semanas eu e @lcampanati (que mora nos EUA) temos conversado sobre a possibilidade de compra de um leitor de livros eletrônicos… mais especificamente o Kindle, da Amazon. Há algum tempo venho usando como leitor de e-books — tanto no notebook quanto no iPhone — o aplicativo Stanza, mas a tela brilhante dos aparelhos não torna a leitura uma experiência agradável.
Foi durante esse processo de troca de experiências e idéias que acabei assistindo o programa Espaço Aberto, exibido no dia 29 de junho pela Globo News, que além de falar sobre leitores de livros eletrônicos (Kindle 2, Kindle DX, Reader, etc) e explicar como funciona o papel eletrônico (e-paper), mostrou a opinião de usuários dos aparelhos (um número muito pequeno, mesmo nos EUA).
Pros quem também estão pensando em comprar um desses aparelhos ou apenas se interessam pelo assunto, coloquei o vídeo do programa (dividido em parte 1, parte 2 e parte 3) no canal Dois Espressos, no YouTube. Logo abaixo, a primeira parte.
Muito antes do Matt, no começo dos anos 90, os cineastas Ron Fricke, Mark Magidson e mais uma equipe de três pessoas pegaram US$4 milhões e cairam na estrada para, durante 14 meses, percorrer 24 países em 6 continentes. Durante esse período — e usando o caríssimo filme widescreen de alta-definição TODD-AO, de 70mm — eles produziram Baraka (IMDB), filme considerado por muitos como definitivo em seu estilo, com tomadas de tirar o fôlego, unidas por uma trilha sonora inacreditável, que mostram a beleza e a destruição da natureza e dos seres humanos.
Seguindo o mesmo estilo de documentários com “paisagens aéreas do mundo inteiro para sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária” temos agora HOME, produzido pelo francês Yann Arthus-Bertrand e lançado mundialmente semana passada, no dia 5 de junho.
Pra quem curte fotografia, natureza ou artes visuais de um modo geral, ambos são filmes obrigatórios. Enquanto em HOME você é conduzido através da experiência visual por um narrador, em Baraka, um filme não-verbal, apenas com imagens e sons, é você quem cria o roteiro.
Segue abaixo o trailer de HOME (assista em HD).
Pra mim o que estraga compromete um pouco o trabalho feito em HOME é justamente a narração… o já gasto discurso-clichê de que “temos menos de 10 anos para reverter esse quadro catastrófico”, “mudar nossos hábitos de consumo” e “nos tornar conscientes de que estamos explorando a Mãe Terra”. Como em Baraka, tudo isso poderia ter sido feito de forma não-verbal, apenas com uma boa edição de imagens e trilha sonora impactante.
Home pode ser assistido dietamente no YouTube, em HD (aliás, só assista em HD), até o dia 14 de junho. Para os que não entendem inglês, existe uma versão narrada em português de Portugal.
Enfim… assista Baraka (disponível no YouTube)… assista HOME… tire suas próprias conclusões… e depois venha aqui me contar.
Aproveitando essa idéia de mostrar vídeos que nos fazem entender o Brasil, segue abaixo um trecho de 2 minutos do documentário “Notícias de uma Guerra Particular”, de 1999, produzido por Kátia Lund e João Moreira Salles.
Quer entender o Brasil e saber porque a corrupção policial NUNCA terá fim? Ouça o relato do então Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Hélio Luz.
Dentre todas as pessoas que NÃO conheci, a que mais sinto falta é George Carlin. Vez por outra me pego pensando que, em algum lugar, existe um sujeito que teve o privilégio de tê-lo como avô.
Tu se acha "muderninha", né? "In XIV century Queen Isabeau of Bavaria was the first to pierce her visible nipple for decoration purposes" :O 2 hours ago
" (...) Quanto a mim, a base de minha vida vai ser uma fazenda em algum lugar onde vou produzir parte de minha própria comida, e, se necessário, toda ela. Um dia não vou fazer coisa alguma além de sentar embaixo de uma árvore para ver minha lavoura crescer (depois do trabalho devido, claro) -- e beber vinho caseiro, e escrever romances para edificar meu espírito, e brincar com meus filhos, e relaxar, e gozar a vida, e brincar, e assoar o nariz. (...) Vou viver a vida do meu jeito 'preguiçoso coisa ruim', é isso o que vou fazer."