As vezes (só as vezes) fica melhor

Quando eu gosto muito de uma música é bem difícil encontrar uma versão que eu considere melhor que a original. No entanto, algumas vezes a versão sai tão boa, mas tão boa, que eu acabo quase que abandonando e esquecendo como era a música original.

Quer ver alguns exemplos?

A primeira é minha música favorita de todos os tempo, Enjoy The Silence, do Depeche Mode (original), que no piano e voz da Tori Amos ficou um pouco mais melancólica e muito mais gostosa de ouvir.

A segunda é uma música que, na versão original, não me dizia absolutamente nada, mas que cantada pelo Johnny Cash passou a fazer todo sentido: Hurt, do Nine Inch Nails (original).

A terceira é mais uma que, na versão original, eu devo ter ouvido 2 ou 3 vezes, mas que passei a gostar depois de ouvir na trilha sonora de Donnie Darko (2001): Mad World, do Tears for Fears (original), na versão de Gary Jules (e com clip dirigido pelo Michel Gondry)

E finalmente uma bem conhecida dos fans de HouseTeardrop, do Massive Attack, (original) numa versão bem menos Trip Hop e com um violão mais pesado de José González (violonista citado no post anterior).

Dicas de outras músicas que têm versões melhores do que a original são bem-vindas nos comentários e no Twitter do Dois Espressos.

2 Responses to “As vezes (só as vezes) fica melhor”


  1. 1 saulo 21/05/2009 às 12:40 PM

    olá, acabei de achar vc’s no google e muito obrigado por disponibilizar o cd do fleet foxes para download :)

    adorei os textos e o trabalho de vc’s!

    abraço!


  1. 1 José González – In Our Nature (download) « Dois Espressos Trackback em 17/07/2009 às 3:05 PM

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