Os inimigos dos livros

O trecho abaixo, retirado das primeiras páginas do livro “A memória vegetal”, de Umberto Eco, me fez lembrar da fantásitca Biblioteca Pote de Mel, organizada pelo Alessandro Martins, do Livros e Afins. Uma biblioteca verdadeiramente amiga dos livros.

“Há outros inimigos dos livros: aqueles que os escondem. Há muitos modos de esconder os livros. Não criando uma rede suficiente de bibliotecas volantes, escondem-se os livros, que afinal custam dinheiro, das pessoas que não os podem comprar. Dificultando o acesso às bibliotecas, de tal modo que  para pedir dois livros seja necessário preencher dez fichas e esperar uma hora, subtraem-se os livros aos seus consumidores normais. Também se escondem os livros abandonando nossas grandes bibliotecas históricas à deterioração. É preciso combater aqueles que escondem os livros, porque são tão perigosos quanto as brocas.”

Fiz uma doação para a BiblioPote há algum tempo e acho que você deveria fazer o mesmo.

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1 Response to “Os inimigos dos livros”


  1. 1 Marcela 21/10/2010 às 11:00 AM

    Essa parte me lembrou do livro de bolso que li recentemente: “O que é biblioteca” de Luís Milanesi, Coleção Primeiros Passos, Editora Brasiliense, 1983. Ele levanta a problemática das bibliotecas públicas do Brasil, nas escolas, universidades, e até as bibliotecas especializadas.

    Entre as opções de deixar um livro criando traças na prateleira, temos:
    - emprestar para alguém;
    - doar para alguma biblioteca;
    - vender para sebo;
    - ou largar em um local público para qualquer um que tiver a chance de passar por ali (“bookcrossing” – versão brasileira: “http://www.livrolivre.art.br/”, deixei um livro do Paulo Coelho no ponto de ônibus, não faço ideia que fim levou)
    ?
    - trocar livro por outro livro…


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Diário de Jack Kerouac, 23 de agosto de 1948.
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