Textos categorizados 'Indie'

Emily Jane White – Dark Undercoat

Dark UndercoatPouco conhecida no Brasil, Emily Jane White pode ser descrita como uma mistura de Hope Sandoval e P.J. Harvey, com um pouco de Nick Cave e Billie Holyday. Imaginou?

Então pare de imaginar baixe agora os 40MB de Dark Undercoat, primeiro álbum da cantora norte-americana de Indie Folk.

Caso tenha chegado por aqui através de uma busca no Google, aproveite também para conferir outras dicas de álbuns.

Pra terminar, vídeo com a melancólica faixa Dagger.

Trespassers William – Different Stars

Different Stars - Trespassers WilliamE como não para de chover aqui no sudeste, tenho ouvido muito Trespassers William (MySpace & Last.fm), banda californiana de indie rock que descobri há alguns anos quando assisti “Uma Canção de Amor Para Bobby Long” — A love song for Bobby Long (2004).

Dentre os álbuns do grupo — todos bem interessantes — recomendo “Different Stars” (86MB), lançado em 2002 e relançado 2 vezes.

Caso tenha chegado aqui pelo Google, não deixe de dar uma olhada nos outros álbuns de folk, indie e música alternativa que já passaram por aqui.

Pra terminar, uma de minhas faixas preferidas do álbum.

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UPDATE: Vergoooooooonha!!!

Pois não é que a Bárbara, do Inexorável.org, tinha feito um post dedicado a mim recomendando EXATAMENTE esse álbum?!?

Vergonha… vergonha… vergonha!!!

E o pior é que eu assino o feed do Inexorável!!! Só que estou com +1000 feeds não lidos no Google Reader e ainda não tinha visto a dica.

Queria Bárbara, perdoe o imperdoável!

Laura Gibson + Lambchop = Sera Cahoone

Sabe os violões e vocais da Laura Gibson? Sabe o estilo alt-country do Lambchop? Então… junte isso com um pouco do clima criado pelas músicas do Gustavo Santaolalla e você terá Sera Cahoone, cantora e compositora norte-americana que mistura música country com indie rock de um jeito leve e gostoso de ouvir.

Tá procurando uma trilha sonora pros momentos tranquilos do seu dia? Baixe agora os 50MB do álbum de estréia de Sera Cahoone, lançado em 2006.

E se você chegou aqui pelo Google, recomendo uma olhada nos outros álbuns de folk, indie e música alternativa que já passaram por aqui.

Pra terminar, o clipe de Couch Song, uma das minhas preferidas do álbum.

Hope Sandoval & The Warm Inventions – Through the Devil Softly (download)

hopesandoval2Vai fazer o que no fim de semana? Subir a serra? Ir pro litoral? Ficar na cama lendo um livro? Terminar aquele capítulo do TCC? Colocar o trabalho em dia? Reunir os amigos ou a família para um almoço de domingo? Para qualquer dessas opções a trilha sonora certa é Through the Devil Softly, álbum lançado no final de setembro por Hope Sandoval & The Warm Inventions.

Pros que vêm aqui sempre e confiam no meu gosto musical, link para download direto de Through th Devil Softly (62MB).

Pros que curtem muita informação, site oficial, MySpaceLast.fm e verbete na Wikipedia de Hope Sandoval.

Pros que chegaram aqui pelo Google e estão me conhecendo agora, ficam as dicas de outros álbuns que já passaram pelo Dois Espressos.

Twilight Sad: Forget the Night Ahead (download)

The-Twilight-Sad-Forget-The-Night-AheadFazendo uma pausa na sequência easy listening que têm passado por aqui, a dica pro fim de semana prolongado é ouvir “Forget the Night Ahead”, último álbum do quarteto  “The Twilight Sad”, que produz um som que me lembrou muito The National (já citado por aqui)Interpol (que qualquer dia eu indico).

Como sempre, quem quiser pode dar uma conferida na página do Twilight Sad no MySpace e no Last.fm antes de baixar os 90MB do álbum “Forget the Night Ahead”.

Pros que chegaram aqui via pesquisa no Google e curtem post-rock, folk, indie rock, lo-fi e música alternativa em geral, recomendo uma olhada rápida nas outras dicas de download que já passaram por aqui.

Pra terminar, o clipe bacaninha de “I became a prostitute”, 2ª faixa do álbum.

José González – In Our Nature (download)

in-our-nature

José González nem é tão novidade assim. Já havia falado sobre ele num post anterior, quando listei algumas das versões de músicas que, na minha opinião, são melhores que as originais.

Ao pesquisar para escrever um breve texto sobre a música do rapaz, acabei encontrando uma descrição bem interessante na página de José Gonzáles na Last.fm.

“Nascido e criado em Gotemburgo, Suécia, José Gonzalez é filho de argentinos, canta em inglês e sua música lembra o que seria um folk a lá Nick Drake com João Gilberto“.

Como já é costume, caso alguém queira conferir o som antes de baixar os 39MB do álbum “In Our Nature”, segue o link para o MySpace do cantor.

Pros que chegaram via Google, vale dar uma olhada nos outros álbuns que já passaram aqui pelo Dois Espressos.

Coisas de gente branca

O blog Stuff White People Like tem pouco mais de 1 ano e já foi citado em outros blogs (nem é tão novidade assim). A idéia do autor é escrever posts onde ele relaciona atividades, produtos e conceitos que, na perspeciva dele, são “coisas de gente branca”.

moleskine_pocket_plain_notebookO mais engraçado ao ler esse blog é perceber que ele realmente relaciona, post após post, gostos bem característicos de gente branca. A lista que tem itens como café, vinhos, produtos Apple, música indie, reciclagem, bicicletas, saber o que é melhor para pessoas pobres, vintage, sushifaz qualquer pessoa branca se sentir um clichê ambulante.

Um dos últimos posts fala especificamente de um produto “de gente branca” que eu gosto muito: Moleskines.

De acordo com o blo:

Levando em conta que pessoas brancas se consideram muito criativas, podemos imaginar que elas precisem constantemente de produtos e acessórios que lhes permitam ‘capturar’ suas idéias e pensamentos. Um dos produtos mais populares nos últimos anos têm sido os cadernos moleskine.

Esse tipo de caderno costuma ser bem caro e foi bastante popular entre escritores e artistas do passado. Nem é preciso dizer que só essas duas características fazem dele o produto perfeito para pessoas brancas. De fato eles até servem de exemplo para mostrar que gente branca gosta de praticamente qualquer coisa que tenha sido utilizada por escritores e artistas de outras épocas: máquinas de escrever, diários, suicídio, heroína e trens são outros bons exemplos.

Como praticamente todas as outras coisas de que pessoas brancas gostam, moleskines são consideravelmente mais caros do que cadernos de notas comuns sem que, no entanto, nenhuma funcionalidade seja acrescentada. Felizmente, se levarmos em conta que pessoas brancas só guardam em seus moleskines suas idéias mais originais e criativas, muitas acabam comprando apenas um destes cadernos durante toda sua vida.

Entretanto, a popularização destes pequenos cadernos não ocorre sem que alguns problemas sejam percebidos. Uma situação intrigante na qual seus proprietários costumam se ver envolvidos é estar sentado em uma cafeteria com seu moleskine aberto sobre o teclado de seu notebook Apple. Você deve se perguntar por que eles precisam de tantos aparatos para guardar seus pensamentos? Bem, o que acontece é que se uma pessoa branca tem uma grande idéia, ela anota em seu moleskine, se for apenas uma boa idéia, ela anota no computador.

Isso não faz apenas com que pessoas brancas mantenham suas idéias organizadas, mas serve também de sinal para as outras pessoas brancas ao redor de que aquele é um sujeito verdadeiramente criativo. É como um sinal luminoso dizendo: “Eu não estou usando meu computador apenas para verificar meus e-mails ou ler fofocas, eu o estou usando para criar algo artístico. Sinta-se à vontade para fazer perguntas sobre o que estou fazendo”.

Portanto, quando você vir uma pessoa branca com um moleskine, você deve sempre perguntar a ela em que tipo de projetos ela tem trabalhado durante seu tempo livre. Mas atenção, você não deve jamais pedir para ver o que está escrito no moleskine, a menos que queira saber “como ela pretende transformar aqueles 5 números de telefone e uma lista de compras em um best seller?”

Se você é uma pessoa branca que lê em inglês e tolera bem críticas contundentes ao seu estilo de vida, vale a pena dar uma olhada na lista com mais de 100 coisas bem características de gente branca.

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1. Tradução minha a partir do post original em inglês.


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Diário de Jack Kerouac, 23 de agosto de 1948.
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